- nem se esquecerem as portas e janelas abertas
- por que não? indago
acariciando-o e em linguagem tabitati dirijo-me diretamente ao bichano em tom
falso-surpreso como se faz com crianças e pergunto se ele já saiu alguma vez
ele não responde
- já saiu sim, pra ser
castrado, pra tomar vacina, pra tomar banho...
e isso encerra o caso